Descrição morfológica e desenvolvimento da Zoé I de Exhippolysmata oplophoroides (Holthuis, 1948) (Caridea, Hippolytidae) em laboratório
Fêmeas ovígeras de Exhippolysmata oplophoroides foram coletadas à 8 metros de profundidade, na Praia do Cassino (32° 11’ S, 050° 08’ W) RS, Brasil, transportadas até o Laboratório de Ecologia de Larvas (FURG) e mantidas até a desova. Foram individualizadas 240 larvas recém eclodidas em caixas plásti...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2003 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
| Repositório: | Repositório Institucional da FURG (RI FURG) |
| Idioma: | inglês |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.furg.br:1/2226 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.furg.br/handle/1/2226 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Hippolytidae Descrição morfológica Desenvolvimento larval Larval morphological description Zoea I development |
| Resumo: | Fêmeas ovígeras de Exhippolysmata oplophoroides foram coletadas à 8 metros de profundidade, na Praia do Cassino (32° 11’ S, 050° 08’ W) RS, Brasil, transportadas até o Laboratório de Ecologia de Larvas (FURG) e mantidas até a desova. Foram individualizadas 240 larvas recém eclodidas em caixas plásticas, com 24 divisões de 125 ml de capacidade cada uma e mantidas sob condições controladas de laboratório (salinidade 30, temperaturas de 25±1°C e 22±1°C) e alimentadas ad libitum com náuplios recém eclodidos de Artemia sp. A descrição do primeiro estágio larval, Zoé I (ZI), foi realizada com o auxílio de num microscópio Olympus BX-50 com Contraste de Interferência de Fase Nomarski. A descrição foi comparada com as de outras espécies da mesma família. Foi analisada a influência da temperatura no desenvolvimento da Zoé I. As larvas mantidas em 25±1°C levaram 3 dias, para passar de ZI para ZII, enquanto que as mantidas a 22±1°C levaram até 6 dias para sofrerem esta mudança. |
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