A Memoria Social do Cangaco: Um Estudo da Cultura Popular
Este trabalho objetiva compreender como a Associacao Folclorica e comunitaria dos Cangaceiros de Paulo Afonso opera a construcao da memoria coletiva do cangaco. Inicia mostrando Paulo Afonso como o palco da memoria, cidade que na decada de 50 reuniu expressivo contingente de trabalhadores sertanejos...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 1996 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual do Ceará |
| Repositório: | Repositório Institucional da UECE |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:uece.br:7256 |
| Acesso em linha: | https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=7256 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Cangaceiros - Bahia Cangaço Cultura popular |
| Resumo: | Este trabalho objetiva compreender como a Associacao Folclorica e comunitaria dos Cangaceiros de Paulo Afonso opera a construcao da memoria coletiva do cangaco. Inicia mostrando Paulo Afonso como o palco da memoria, cidade que na decada de 50 reuniu expressivo contingente de trabalhadores sertanejos, constituindo um riquissimo imaginario em torno de Lampiao. Logo apos identifica o conjunto das recordacoes do grupo, vividas ou transmitidas pela tradicao oral, como mecanismos acionadores da memoria coletiva. Explica a atuacao bidimensional da volante ao representar o papel de algoz na historia de modo a que possa exercer um melhor desempenho no controle da memoria. Finalmente, analisa a indumentaria dos cangaceiros, das volantes e dos coiteiros, indicando como se relacionam e quais os significados dos codigos sociais de dominio da recordacao. Permeia todo o texto uma acepcao de memoria coletiva enquanto acervo de recordacoes das experiencias vividas e/ou mitificadas por uma coletividade unida pelo sentimento de passado (NORA, 1993:20). |
|---|