Associativismo e mercados locais: estratégias de resistência de agricultores urbanos da zona oeste do Rio de Janeiro.

Resumo: A Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro foi, por muitos anos, a principal responsável pelo fornecimento de gêneros alimentícios à capital. Com a intensa urbanização, a região vem sofrendo pressões e se transformando, entretanto, há produtores rurais familiares que resistem ao processo. Este...

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Detalhes bibliográficos
Autores: OLIVEIRA, L. A., ABREU, L. S. de
Formato: capítulo de livro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Repositorio:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/1128942
Acesso em linha:http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1128942
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Agroecologia
Circuitos curtos
Reprodução social
Organização social
Agricultura Familiar
Agricultura Orgânica
Comercialização
Agroecology
Organic foods
Commercialization
Descrição
Resumo:Resumo: A Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro foi, por muitos anos, a principal responsável pelo fornecimento de gêneros alimentícios à capital. Com a intensa urbanização, a região vem sofrendo pressões e se transformando, entretanto, há produtores rurais familiares que resistem ao processo. Este trabalho desenvolveu-se a partir da experiência de um grupo de produtores da Associação de Agricultores Orgânicos de Vargem Grande. O objetivo é compreender em que medida o fortalecimento de ações coletivas, contribui para a reprodução social e cultural desses agricultores. Descrevemos o contexto da região, os atores da pesquisa, as condições da experiência e, por fim, benefícios e dificuldades relativas ao processo de organização para a venda em circuitos curtos. A pesquisa adota abordagem qualitativa da sociologia compreensiva, através de entrevistas orais e observação participante. Concluímos que a lógica social que organiza as estratégias dos produtores se desenvolve, principalmente, pela capacidade de cooperação do grupo em torno de objetivos comuns, fruto da experiência social associada à venda direta para o consumidor.