Existe a constipação após histerectomia? Avaliação clínica e manométrica

A histerectomia é procedimento cirúrgico ginecológico de grande porte mais comum, sendo a maioria das indicações por doença benigna. Dentre as complicações desse procedimento cirúrgico estão a constipação, dispareunia, incontinência para gases e fezes, urgência evacuatória, escapes fecais e distensã...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Cesar, Maria Auxiliadora Prolungatti, Antunes, Lilian Borghetti, Aguiar, Renata Martinuzzo de
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Recursos:Universidade de Taubaté (UNITAU)
Repositorio:Repositório Institucional da UNITAU
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unitau.br:20.500.11874/1606
Acesso em linha:http://repositorio.unitau.br/jspui/handle/20.500.11874/1606
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Hysterectomy
constipation diagnosis
surgical procedures
operative
postoperative complications
Histerectomia
constipação intestinal
técnicas de diagnóstico e procedimentos
procedimentos cirúrgicos operatórios
complicações pós-operatórias
Gastroenterology & Hepatology
Surgery
Descrição
Resumo:A histerectomia é procedimento cirúrgico ginecológico de grande porte mais comum, sendo a maioria das indicações por doença benigna. Dentre as complicações desse procedimento cirúrgico estão a constipação, dispareunia, incontinência para gases e fezes, urgência evacuatória, escapes fecais e distensão abdominal. A constipação tem sido encontrada freqüentemente após a histerectomia principalmente em trabalhos retrospectivos. Objetivo: estudar a incidência de constipação após a histerectomia e as alterações manométricas a ela relacionadas. Métodos: Estudo prospectivo em nove pacientes submetidas à histerectomia total abdominal por mioma. Foi realizado estudo manométrico e aplicação do escore de constipação adotado pela sociedade brasileira de motilidade digestiva no pré e sessenta dias de pós-operatório. Resultados: Os autores encontraram a presença de evacuação incompleta que não ocorria no pós-operatório. Não foram encontradas alterações manométricas e duas pacientes apresentaram dor abdominal à distensão da ampola retal na aferição do volume máximo tolerável. Conclusões: Os achados deste estudo sugerem que alterações intestinais ocorrem após a histerectomia e são principalmente relacionadas ao reto.