Plantios florestais com Pinus no Estado do Paraná e os novos cenários definidos pelas mudanças climáticas globais.

O Brasil ocupa posição de destaque mundial no setor florestal, com produtividade elevada e baixo custo de produção, concentrando os plantios florestais com as espécies dos gêneros Pinus e Eucalyptus. Neste trabalho, realizaram-se estudos sobre a influência das mudanças climáticas na delimitação das...

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Detalhes bibliográficos
Autores: WREGE, M. S., CARAMORI, P. H., GARRASTAZU, M. C., FRITZSONS, E., PARTALA, A., CHRISTENSEN, G. L.
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2016
País:Brasil
Recursos:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Repositório:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/1068585
Acesso em linha:http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1068585
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Zonas de ocorrência
Plantio florestal
Species occurrence
Climatic zoning
Mudança Climática
Zoneamento Climático
Pinus
Climate change
Reforestation
Descrição
Resumo:O Brasil ocupa posição de destaque mundial no setor florestal, com produtividade elevada e baixo custo de produção, concentrando os plantios florestais com as espécies dos gêneros Pinus e Eucalyptus. Neste trabalho, realizaram-se estudos sobre a influência das mudanças climáticas na delimitação das zonas para plantios florestais das duas principais espécies comerciais cultivadas no Brasil pertencentes ao gênero Pinus. Foram elaborados cenários futuros, usando um programa de simulação de séries temporais, verificando as possíveis mudanças do clima e o que pode ocorrer com as mudanças de zonas de plantio das espécies florestais. Os resultados mostram que há uma tendência de diminuição da área favorável aos plantios comerciais de P. taeda e de P. elliottii no Estado do Paraná, reduzindo dos atuais 7,4 milhões de hectares favoráveis para menos de 10 mil hectares até 2080 (P. taeda), e de 10,6 milhões de hectares para menos de 4,5 mil hectares até 2080 (P. elliottii), por serem espécies com alta produtividade em ambiente de clima frio e com o aumento de temperatura projetado para o futuro devem perder área para o eucalipto, entre outras, que tem espécies com maior produtividade em ambientes de maior temperatura.