Determinação da biodisponibilidade do fósforo de diferentes fontes pela técnica de diluição isotópica, em suínos em crescimento
Foram utilizados 28 leitões machos, com peso médio de 28,95 kg, para determinação das perdas endógenas fecais, da absorção verdadeira e da biodisponibilidade do fósforo de diferentes fontes. Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados, com sete tratamentos e quatro repetições e um animal por u...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2003 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Viçosa (UFV) |
| Repositorio: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:locus.ufv.br:123456789/16453 |
| Acceso en línea: | http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982004000500015 http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/16453 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Absorção Metabolismo Nutrição P32 Radiofósforo Suínos |
| Sumario: | Foram utilizados 28 leitões machos, com peso médio de 28,95 kg, para determinação das perdas endógenas fecais, da absorção verdadeira e da biodisponibilidade do fósforo de diferentes fontes. Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados, com sete tratamentos e quatro repetições e um animal por unidade experimental. As rações foram à base de milho e de farelo de soja e o fósforo (P) foi suplementado com os fosfatos bicálcico (FBC), monobicálcico (MBC), superfosfato triplo (ST), superfosfato simples (SS), rocha catalão (ROCHA) e ácido fosfórico (AcF) e da ração-controle sem o P suplementar (CONT). Consumo, excreção por fezes e urina, retenção e absorção do fósforo foram inferiores na ração com menor nível de fósforo. O P inorgânico suplementar não influenciou o consumo, o P endógeno fecal e o P retido. Entretanto, a excreção de P nas fezes foi menor nos animais que consumiram SS e maior naqueles que consumiram ROCHA, enquanto a excreção de P na urina foi maior nos animais que consumiram AcF e menor naqueles que consumiram ROCHA. Concluiu-se que a disponibilidade biológica do P foi de 43,82; 89,44; 82,65; 76,90; 98,73; 90,03; e 63,26 para os tratamentos CONT, FBC, MBC, ST, SS, AcF e ROCHA, respectivamente. |
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