Pagamento por serviços ambientais : tipos dos participantes no projeto Protetor das Águas de Vera Cruz/RS

Os programas de pagamento por serviços ambientais estão sendo popularizados no Brasil e abarcam a oferta de alguns serviços ecossistêmicos às populações. Nesse sentido, o Projeto Protetor das Águas de Vera Cruz/RS é um dos pioneiros no país quanto à geração de água. O objetivo geral deste trabalho f...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Nienow, Matheus
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/249821
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/249821
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)
Proteção ambiental
Água
Vera Cruz (RS)
Payment for ecosystem services
Ecosystem services
Project Protetor das Águas de Vera Cruz
Water
Rural landowners’ profiles
Descripción
Sumario:Os programas de pagamento por serviços ambientais estão sendo popularizados no Brasil e abarcam a oferta de alguns serviços ecossistêmicos às populações. Nesse sentido, o Projeto Protetor das Águas de Vera Cruz/RS é um dos pioneiros no país quanto à geração de água. O objetivo geral deste trabalho foi analisar os segmentos populacionais, a partir dos tipos de proprietários rurais, que fazem parte do Projeto Protetor das Águas de Vera Cruz/RS e as variáveis socioeconômicas, situacionais e de atitude e comportamento. Dessa forma, o presente trabalho consistiu em pesquisa descritiva a partir da base de dados de Gil (2020). Foi utilizado o teste estatístico U de Mann-Whitney para averiguar se há diferença entre os tipos de participantes do projeto. Os resultados demonstraram que os participantes de tipo B (aposentados e estilo de vida) são mais propensos a confiar em algumas instituições do que os de tipo A (agricultor em tempo parcial ou integral). Adicionalmente, o teste U não identificou diferenças significativas nas preferências dos membros quanto às características do programa. Infere-se a partir desse resultado que os participantes de tipo A podem estar sub-representados no projeto se comparados ao seu potencial de participação. A confiança de ambos os grupos em algumas instituições, especialmente nos governos federal, estadual e municipal, também parece seguir mais àquela da sociedade como um todo, enquanto para outras instituições não há esse balizamento. O presente trabalho se soma a um conjunto de experiências que demonstram que os participantes costumam ser heterogêneos em relação as suas formas de participação e interesses individuais. Para ampliar o entendimento sobre essa realidade, são sugeridas coletas de dados que incluam também pessoas que ainda não participam desses programas, mas que poderiam potencialmente ser membros.