Estratégias de combate à desinformação: um estudo comparativo de modelos internacionais e o papel do poder legislativo brasileiro
Este estudo aborda o fenômeno das fake news, avaliando o contexto mundial e as estratégias de combate adotadas por países que mais se destacam no enfrentamento da desinformação. São eles Finlândia, França, Alemanha, Singapura e Estados Unidos. Observou-se que as respostas mais efetivas estão associa...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/42969 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42969 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS Desinformação Fake news Regulação digital Políticas públicas Análise comparativa Disinformation Digital regulation Public policy Comparative analysis |
| Sumario: | Este estudo aborda o fenômeno das fake news, avaliando o contexto mundial e as estratégias de combate adotadas por países que mais se destacam no enfrentamento da desinformação. São eles Finlândia, França, Alemanha, Singapura e Estados Unidos. Observou-se que as respostas mais efetivas estão associadas à combinação entre regulação normativa, educação midiática, articulação interinstitucional, participação da sociedade civil e uso de tecnologias como inteligência artificial. No Brasil, embora existam esforços relevantes, o enfrentamento às fake news ainda é marcado por ações pontuais e baixa coordenação estratégica. A análise de projetos de lei e discursos legislativos, com o auxílio da modelagem de tópicos (LDA) evidenciou lacunas importantes, como a ausência de campanhas permanentes, diretrizes educacionais e integração entre órgãos públicos. A Análise Comparativa Qualitativa (QCA) indicou que o Brasil atende a um número reduzido das condições presentes nos casos de maior efetividade e sugeriu a priorização de sete medidas: campanhas nacionais de conscientização, criação de órgão estatal específico para lidar com o tema, regulação ativa das plataformas digitais, integração interministerial, inclusão de grupos vulneráveis, implementação de um sistema de monitoramento com resposta rápida e políticas estruturadas de educação midiática. Esses achados reforçam a urgência de políticas públicas contínuas, articuladas e responsivas às dinâmicas tecnológicas, capazes de fortalecer a capacidade institucional do país no enfrentamento às fake news. |
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