[pt] A FAMÍLIA SANTA CLARA: UM ESTUDO SOBRE UMA EXPERIÊNCIA DE ACOLHIMENTO
[pt] O Santa Clara foi uma instituição de acolhimento infantil que funcionou de 1987 até 2010 e construiu, ao longo desses anos, uma forma particular de funcionamento, pois rompia com os modelos legalmente previstos. Seus membros se intitulavam como Família Santa Clara, e se organizavam como tal, te...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:30780 |
| Acesso em linha: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=30780&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=30780&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.30780 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | [pt] FAMILIA [pt] CRIANCA E ADOLESCENTE [pt] ACOLHIMENTO [pt] INSTITUICAO [pt] SINGULARIDADE [pt] LIBERDADE [en] FAMILY [en] CHILD AND ADOLESCENT [en] FOSTERING [en] INSTITUTION [en] SINGULARITY [en] FREEDOM |
| Resumo: | [pt] O Santa Clara foi uma instituição de acolhimento infantil que funcionou de 1987 até 2010 e construiu, ao longo desses anos, uma forma particular de funcionamento, pois rompia com os modelos legalmente previstos. Seus membros se intitulavam como Família Santa Clara, e se organizavam como tal, tendo irmãos mais velhos e novos, tios e tias e um casal como pais. Eles abriram mão de suas atividades profissionais para acolher o desafio de estar à frente de uma instituição de acolhimento realmente singular. Iniciamos esta pesquisa visando a explorar as características que diferenciava o Santa Clara das demais instituições, entender o que era família para eles e como se organizavam. Para alcançar esses objetivos, tomamos por referência o ponto de vista do casal Cícero e Eliete, fundadores do projeto. Através de entrevistas semiestruturadas, analisamos seus conteúdos para melhor entender a proposta. Com isso, emergiram categorias como: liberdade, menorismo, educação, capacidade de sonhar e, claro, família. Essas categorias ampliaram para nós as discussões sobre o acolhimento e o cuidado com crianças que permanecem por muito tempo em instituições, além de nos mostrar como é importante ouvir e dar espaço para que as crianças e adolescentes sejam livres e responsáveis. Diante disso, discutimos brevemente os modelos de acolhimentos legais, problematizando o conceito de família. |
|---|