Diabetes mellitus na gestação como fator de risco para complicações neonatais : Revisão sistemática e metanálise

Objetivo: realizar uma revisão sistemática e metanálise das complicações neonatais decorrentes do diabetes mellitus gestacional (DMG). Materiais e Métodos: trata-se de uma revisão sistemática seguindo a metodologia PRISMA statement, que possui como base a seguinte pergunta norteadora “Quais os impac...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Magalhães, Marcelo José da Silva de, Arruda, Claudiney Cordeiro, Cardozo, Iberto Medeiros
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Recursos:Faculdades Integradas do Norte de Minas (FUNORTE)
Repositorio:Bionorte
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.funorte.edu.br/revistas/index.php:article/966
Acesso em linha:http://revistas.funorte.edu.br:80/revistas/index.php/bionorte/article/view/966
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Diabetes gestacional
Gravidez
Complicações do diabetes
Complicações na gravidez
Descrição
Resumo:Objetivo: realizar uma revisão sistemática e metanálise das complicações neonatais decorrentes do diabetes mellitus gestacional (DMG). Materiais e Métodos: trata-se de uma revisão sistemática seguindo a metodologia PRISMA statement, que possui como base a seguinte pergunta norteadora “Quais os impactos do Diabetes mellitus gestacional na saúde da criança recém-nascida?”. Após, foi utilizada a metodologia PICO, sendo a população mulheres grávidas; a intervenção seria o diabetes gestacional; grupo controle grávidas saudáveis e os desfechos analisados as complicações no período neonatal. Foram utilizadas as bases Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), LILACS, SciELO e PubMed. Após o processo de análise, foram selecionados 12 estudos sobre os impactos da abordagem diagnóstica e terapêutica do DMG na saúde do recém-nascido. Resultados: a maior parte das publicações foi de 2019. Os autores dos artigos eram da Austrália, Paquistão, Suíça, Portugal, Brasil, Irã e Egito. Dentre os 12 artigos selecionados, seis tratavam-se de estudo coorte e a outra metade eram ensaios clínicos randomizados. Obteve-se uma população total de 8553 gestantes diabéticas. A metanálise revelou que o uso de metformina pelas gestantes esteve associado a um menor risco de hipoglicemia neonatal e icterícia neonatal. A frequência de hipoglicemia neonatal nessas gestações de mães portadoras de diabetes gestacional foi de 9%, macrossomia neonatal 11% e uso de CTI neonatal 12%. Conclusão: o manejo adequado do DMG durante a gravidez é crucial para reduzir os riscos materno-fetais e melhorar os resultados neonatais.