Livro de repórter: autoralidade e crítica das práticas

Pensar o jornalismo é atividade permanente dos grupos de pesquisa Estudos em Jornalismo (CNPq/Unisinos) e Resto – Laboratório de Práticas Jornalísticas (CNPq/UFSM); o primeiro, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos; o segundo, à gr...

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Bibliographic Details
Authors: Mabilia, Adriana, Zamin, Angela, Marocco, Beatriz, Lago, Cláudia, Jung, Cleusa, Moraes, Fabiana, Barretos, Dayane do Carmo, Hock, Jessica, Nasi, Lara, Silva, Marcia Veiga da, Dias, Marlon Santa Maria, Quevedo, Mateus, Schwaab, Reges, Richter, Taiz Gizele, Levy, Tatiana Salem, Milani, Tatiane, Alexandre, Tássia Becker, Santos, Tonie Maria Gregory dos, Fonseca, Virginia Pradelina da Silveira, Eichler, Vivian Augustini
Format: book
Status:Published version
Publication Date:2019
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Repository:Manancial - Repositório Digital da UFSM
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:repositorio.ufsm.br:1/20064
Online Access:http://repositorio.ufsm.br/handle/1/20064
Access Level:Open access
Keyword:Jornalismo
Livro de repórter
Autoralidade
Práticas Jornalísticas
CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO
Description
Summary:Pensar o jornalismo é atividade permanente dos grupos de pesquisa Estudos em Jornalismo (CNPq/Unisinos) e Resto – Laboratório de Práticas Jornalísticas (CNPq/UFSM); o primeiro, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos; o segundo, à graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen. O presente livro reúne pesquisas gestadas nesses espaços, por docentes e discentes da graduação e da pós-graduação. O ponto aglutinador é o cotejamento do conceito de “livro de repórter”, derivado da pesquisa O controle discursivo que toma forma e circula nas práticas jornalísticas, coordenada pela professora Beatriz Marocco, da Unisinos, e iniciada em 2009, com recursos oriundos de um edital universal do CNPq. Dez anos depois, apresentamos aqui desdobramentos em vários projetos de pesquisa que desenharam um campo de estudos, a crítica das práticas jornalísticas e, em seu interior, outra forma de fazer, que rompe com o que o filósofo italiano contemporâneo Gianni Vattimo (2016) considera “jornalismo de dominação”.