[pt] FRAGMENTOS DO FEMININO: ESSAS OUTRAS MULHERES QUE VIVEM EM NÓS

[pt] Esta pesquisa busca, nas representações femininas das personagens míticas de Helena de Tróia, Medeia, Eva e Lilith, fragmentos que subsistem da construção do feminino nas sociedades patriarcais-ocidentais. Essas personagens serão pensadas também como faces, facetas, semblantes, vestígios do que...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: FERNANDA NOBRE TRANCOSO
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:71311
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=71311&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=71311&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.71311
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] MITO
[pt] PATRIARCADO
[pt] REPRESENTACAO
[pt] IMAGINARIO
[pt] FEMININO
[pt] FEMINISMO
[en] MITH
[en] PATRIARCHY
[en] REPRESENTATION
[en] IMAGINARY
[en] FEMININE
[en] FEMINISM
Descripción
Sumario:[pt] Esta pesquisa busca, nas representações femininas das personagens míticas de Helena de Tróia, Medeia, Eva e Lilith, fragmentos que subsistem da construção do feminino nas sociedades patriarcais-ocidentais. Essas personagens serão pensadas também como faces, facetas, semblantes, vestígios do que se infiltrou e prolifera, até hoje, na construção dos corpos das mulheres no contemporâneo. Ao refletir sobre as figurações que atravessam uma época, um texto e uma organização social – a Grécia e seus mitos –, essas quatro narrativas que subjazem aos mitos e aos textos antigos podem ser vistas como produtoras fecundas de determinados imaginários que modelam, como ferramentas e tecnologias de si, muitas e diferentes práticas sociais. Logo, busca-se delinear esses imaginários e as tecnologias que servem ao fortalecimento do patriarcado, inspirando-se em semblantes míticos que ora desenham ideais femininos de submissão, beleza e passividade; ora indicam forças de transgressão e recusa à submissão à ordem masculina.