Natureza e otimismo : sobre dor e sofrimento em Arthur Schopenhauer

A obra de Arthur Schopenhauer [1788-1860] caracteriza a existência humana enquanto essencialmente dolorosa e funda-se na oposição ao Otimismo dos filósofos Anaxágoras [500 - 428 a.C.] e Gottfried Wilhelm Leibniz [1646-1716]. O Otimismo expressa-se por duas máximas, a primazia do intelecto e a aciden...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Schaefer, Leonardo Ritter
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.pucrs.br:tede/6400
Acceso en línea:http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6400
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:FILOSOFIA
SCHOPENHAUER, ARTHUR - FILOSOFIA
SCHOPENHAUER, ARTHUR - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
NATUREZA - ASPECTOS FILOSÓFICOS
NATUREZA (FILOSOFIA)
VONTADE
OTIMISMO
DOR
SOFRIMENTO
CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
Descripción
Sumario:A obra de Arthur Schopenhauer [1788-1860] caracteriza a existência humana enquanto essencialmente dolorosa e funda-se na oposição ao Otimismo dos filósofos Anaxágoras [500 - 428 a.C.] e Gottfried Wilhelm Leibniz [1646-1716]. O Otimismo expressa-se por duas máximas, a primazia do intelecto e a acidentalidade da dor. Ambas se constituem como afirmação do caráter favorável do mundo em relação ao humano. A descoberta da “vontade” ocorre no corpo. Nas obras, Rapports du Physique et du Moral de l’Homme [1802], de Pierre-Jean-Georges Cabanis [1757-1808], e, Recherches Physiologiques sur la Vie et la Mort [1805], de Marie François Xavier Bichat [1771-1802], encontram-se os elementos físicos que fundam a realidade espiritual do humano e o caráter desfavorável da existência. O sujeito do querer preserva a si mesmo na busca pela satisfação e a vontade encontra no físico e no espiritual os meios para a manter o indivíduo.