Coeficiente de digestibilidade de farinha de insetos na alimentação de alevinos de tilápia do nilo (Oreochromis niloticus)

O Continuo aumento da população humana acarreta em um aumento na produção da cadeia animal, aumentando a utilização de produtos na formulação de rações. Ocasionando uma maior demanda e competição por fontes proteicas entre a nutrição humana e animal. Desta forma, a busca por ingredientes alternativo...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Fontes, Táfanie Valácio
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/29008
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/29008
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Medicina Veterinária
Aquicultura
Quitinase
Coeficiente de digestibilidade aparente
Alevinos - Nutrição
Aquaculture
Chitinase
Apparent digestibility coefficient
Tilápia - Nutrition
Descripción
Sumario:O Continuo aumento da população humana acarreta em um aumento na produção da cadeia animal, aumentando a utilização de produtos na formulação de rações. Ocasionando uma maior demanda e competição por fontes proteicas entre a nutrição humana e animal. Desta forma, a busca por ingredientes alternativos proteicos se faz necessária. Neste sentido a farinha de insetos se mostra promissora. Objetivou-se determinar os coeficientes de digestibilidade aparente (CDA) de cinco farinhas de inseto para alevinos de tilápia do Nilo. O experimento foi realizado no setor de Piscicultura do departamento de Zootecnia da UFLA. Foram utilizados 900 alevinos, com peso de 3g, distribuídos aleatoriamente em 18 caixas de 250L em delineamento inteiramente casualizado com 6 tratamentos (controle e as farinhas de barata Cinérea, barata Madagascar, Tenebrio Comum , Tenebrio Gigante e Grilo) e 3 repetições. A determinação da digestibilidade aparente foi realizada pelo método indireto, utilizando óxido de cromo (Cr2O3) como indicador de digestibilidade. Após a adaptação, os animais foram alimentados duas vezes ao dia, durante 15 dias. A coleta de fezes foi realizada pelo método de Guelph modificado. Observou-se maior CDA de matéria seca (CDAMS) para a farinha de Tenebrio Comum não diferindo apenas da farinha de Tenebrio Gigante (p<0,05). O CDA da proteína (CDAPB) também apresentou maior na farinha de Tenebrio Comum e menor na de Grilo, as demais farinhas não diferiram entre si (p<0,05). Para a proteína corrigida (CDAPB 1 ) observou-se maior valor de CDA para Tenebrio Gigante (81,19%) e Tenebrio Comum (88,68%) e menor para Grilo (p<0,05). Não houve diferença entre os tratamentos para digestibilidade do extrato etéreo (CDAEE) (p>0,05), porem quando corrigido para unidade de extrato etéreo na ração (CDAEE 2 ) foi observado maior CDA para barata Madagascar e menor para barata Cinérea e Tenébrio Gigante. Para a quitina (CDAQ), foi observado um maior CDAQ para farinha de Tenébrio Comum e menor para a farinha de barata Madagascar seguida pela farinha de barata Cinérea, que apresentou o menor valor de CDAQ dentre todas as farinhas (P<0,05). Para cinzas os maiores CDA foram do Tenebrio Comum, barata Cinérea e barata Madagascar (p<0,05). O CDA da energia Tenebrio Comum e gigante obtiveram maiores CDA enquanto Grilo e barata Madagascar menores e barata Cinérea não diferiu de ambos tratamentos (p<0,05). Conclui-se que os animais tiveram um bom aproveitamento das cincos farinhas fornecida, sendo que a farinha de Tenebrio Comum e Tenebrio gigante se mostraram mais promissora.