Composição demográfica domiciliar e dinâmica do uso do solo em Machadinho d’Oeste, Rondônia: evidências baseadas nos estágios iniciais da fronteira

Vários estudos sugerem a importância da mudança na composição demográfica domiciliar sobre a demanda e o uso da terra em fronteiras agrícolas. A maioria desses estudos, no entanto, analisa essa relação em estágios mais avançados do desenvolvimento das fronteiras, produzindo evidências conflitantes s...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Gilvan Ramalho Guedes, Alisson Flávio Barbieri, Reinaldo Santos, Vanessa Cardoso Ferreira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/54123
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.20947/s0102-3098a0021
http://hdl.handle.net/1843/54123
https://orcid.org/0000-0001-8231-238X
https://orcid.org/0000-0002-1133-1089
https://orcid.org/0000-0001-7011-7755
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Amazônia brasileira
Fronteira
Ciclo de vida domiciliar
Ciclo de vida do lote
Desmatamento
Machadinho d’Oeste
Amazônia - Fronteiras
Desmatamento - Amazônia
Descripción
Sumario:Vários estudos sugerem a importância da mudança na composição demográfica domiciliar sobre a demanda e o uso da terra em fronteiras agrícolas. A maioria desses estudos, no entanto, analisa essa relação em estágios mais avançados do desenvolvimento das fronteiras, produzindo evidências conflitantes sobre o papel dos determinantes populacionais. Este artigo examina os efeitos da composição demográfica domiciliar (ciclo de vida domiciliar) e do tempo na propriedade (ciclo no lote) sobre a dinâmica de uso do solo em pequenas propriedades rurais em Machadinho d’Oeste, Rondônia. Foram utilizados dados de uma pesquisa censitária sobre os colonos do projeto de assentamento original, para 1987 e 1995. A relação entre os ciclos e as classes de uso do solo foi analisada por meio de modelos de regressão Beta e de Dirichlet. Observou-se uma relação consistente entre oferta de trabalho familiar e estoque desmatado no nível da propriedade rural. O tempo na propriedade também se mostrou associado ao desmatamento, embora seu efeito não linear sugira a experimentação com o ambiente biofísico local. Sugere-se que os efeitos do ciclo de vida e no lote se autodeterminam nos estágios iniciais da fronteira, indicando a importância dos efeitos da composição demográfica sobre a dinâmica de uso da terra.