Cultivo in vitro e aclimatização de Cyrtopodium paludicolum Hoehne
A propagação in vitro de orquídeas é utilizada para conservação de espécies e produção de plantas comercialmente importantes, porém, há exigências específicas para atender às necessidades de cada vegetal. O objetivo do presente trabalho foi determinar um protocolo para obtenção de mudas de Cyrtopodi...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufms.br:123456789/3064 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/3064 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Orquídea - cultivo Plantas - propagação Aclimatação (Plantas) Germinação Orchid - culture Plant Propagation Acclimatization (Plants) Germination |
| Sumario: | A propagação in vitro de orquídeas é utilizada para conservação de espécies e produção de plantas comercialmente importantes, porém, há exigências específicas para atender às necessidades de cada vegetal. O objetivo do presente trabalho foi determinar um protocolo para obtenção de mudas de Cyrtopodium paludicolum pelo uso de técnicas de propagação in vitro. Foram testadas técnicas de germinação in vitro para sementes de cápsulas maduras e imaturas, associadas com concentrações de ácido giberélico. Os tratamentos com as concentrações de 0,0; 4,0, 8,0 e 16,0 mg L-1 de ácido giberélico (AG3) foram utilizados para germinação de sementes de cápsula imatura e 0,0; 2,5; 5,0 e 10,0 mg L-1 de AG3 para sementes de cápsulas maduras. Para as sementes de cápsula imatura a germinação (61,06%) só ocorreu com 16,0 mg L-1 AG3; já para as sementes maduras a germinação ocorreu em todos os tratamentos, porém AG3 não foi fator determinante para obtenção dos maiores percentuais aos 90 dias após a incubação das sementes; mostrando que, dependendo da maturidade fisiológica das sementes, efeitos estimulatórios e inibitórios podem ocorrer. Quanto ao crescimento e desenvolvimento vegetativo, foram testados tipos e concentrações de carboidratos no meio de cultura, sendo: sacarose, glicose, frutose e rafinose nas concentrações de 0, 10, 20 e 40 g L-1, adicionados em meio Knudson. Foram utilizados protocormos e após 90 dias verificou-se que para a altura da parte aérea, na concentração de 10 g L-1, a sacarose mostrou-se vantajosa, porém na concentração de 40,0 g L-1 não houve diferença entre as fontes de carboidratos. Para comprimento da maior raiz, número de folhas e matéria fresca, a glicose e sacarose demonstraram-se mais eficientes nas concentrações de 25,0 a 32,0 g L-1. Concluiu-se que os tipos de carboidratos influenciaram o crescimento in vitro de C. paludicolum, sendo recomendável sacarose ou glicose nas concentrações de 25 a 32 g L-1. Na micropropagação da espécie, foram testados os fitorreguladores ácido 1-naftaleno acético (ANA) e thidiazuron (TDZ) em diferentes concentrações: ANA (0,00; 0,25 e 0,50 mg L-1) e TDZ (0,00; 0,50 e 1,00 mg L-1), adicionados em meio Knudson. Os explantes foram ápices radiculares com aproximadamente 1,0 cm, oriundos de vitroplantas de C. paludicolum. Houve interação significativa entre os hormônios vegetais, obtendo-se bons resultados na concentração de 0,25 mg L-1 de ANA e 0,50 mg L-1 de TDZ. Para a aclimatização, foram testados diferentes substratos (argila, terra vegetal, argila + terra vegetal, argila + adubo orgânico) na presença ou não de lâmina de água constante, resultando em oito tratamentos. Após 90 dias verificou-se que a lâmina de água demonstrou-se favorável em todas as variáveis exceto para o substrato argila. O substrato com argila + adubo orgânico resultou em melhor desenvolvimento vegetal além de proporcionar a maior média de sobrevivência das mudas de C. paludicolum. |
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