Vida e morte em To the Lighthouse: o conflito dos opostos tramado entre o jogo com o tempo e a intertextualidade
O objetivo da dissertação é expor a relação entre vida e morte em To the Lighthouse, da ficcionista Virginia Woolf. Essa estruturação conflituosa ganha destaque a partir dos efeitos provocados pelo trabalho com a voz narrativa, com o tempo e com a intertextualidade. A autora, pertencente ao Modernis...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/91514 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/91514 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Woolf, Virginia, 1882-1941. To the lighthouse - Crítica e interpretação Vida Morte Intertextualidade |
| Sumario: | O objetivo da dissertação é expor a relação entre vida e morte em To the Lighthouse, da ficcionista Virginia Woolf. Essa estruturação conflituosa ganha destaque a partir dos efeitos provocados pelo trabalho com a voz narrativa, com o tempo e com a intertextualidade. A autora, pertencente ao Modernismo Inglês na sua fase inicial, enfatiza a importância daquilo que não é apreendido somente pelas aparências. Para isso, utiliza as técnicas do fluxo da consciência, especialmente o monólogo interior indireto, para registrar o temor à morte e a angústia de existir, tensões responsáveis pelas grandes revelações de To the Lighthouse, trazidas ao leitor por meio do trabalho com as lembranças e as reflexões. Portanto, o romance segue o percurso da memória das personagens refletido na ausência de linearidade temporal. Estratégia que enfatiza o emprego do tempo psicológico que, conjugado à voz narrativa, intensifica os efeitos do conflito, responsáveis pela revelação dos eventos interiores percebidos pelas personagens. O trabalho com a intertextualidade ajuda a sublinhar a recorrência à memória já que intertextos, de épocas e gêneros literários diferentes, compõem ecos da tradição literária, ampliando e enriquecendo sobremaneira o sentido do romance. Assim, a oposição central, vida e morte, é o foco desta dissertação, resistência cuidadosamente construída por Virginia Woolf e percebida como um amálgama vital pela personagem Lily Briscoe, pintora que realiza uma obra de arte, cujo término coincide com a chegada ao farol e o fim do romance. |
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