[pt] MEMÓRIAS ENSAIADAS

[pt] No livro Memorias para Paul de Man, Jacques Derrida fala da memória, diferenciando-a da simples recordação, como um esforço de construção do passado que, partindo do presente, orienta-se a um futuro. Este trabalho toma essa ideia para problematizar a autobiografia filosófica de Vilém Flusser, q...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: MANUELA RODRIGUES FANTINATO
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:38703
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=38703&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=38703&idi=3
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.38703
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] MEMORIA
[pt] AUTOFIGURACAO
[pt] VILEM FLUSSER
[pt] AUTOBIOGRAFIA
[pt] ENSAIO
[fr] MEMOIRE
[fr] AUTOFIGURATION
[fr] VILEM FLUSSER
[fr] AUTOBIOGRAPHIE
[fr] ESSAI
Descripción
Sumario:[pt] No livro Memorias para Paul de Man, Jacques Derrida fala da memória, diferenciando-a da simples recordação, como um esforço de construção do passado que, partindo do presente, orienta-se a um futuro. Este trabalho toma essa ideia para problematizar a autobiografia filosófica de Vilém Flusser, que passa 20 anos a escrevendo sem jamais publicá-la. Recorrendo a artifícios de autofiguração, Flusser parece querer afirmar uma singularidade que se apóia no caráter produtivo da situação do exilado e ainda firmar-se enquanto uma subjetividade indissociável daquilo que escolheu como tarefa de vida: a filosofia. A estrutura da obra também permite uma série de reflexões: não obedece a nenhuma das formas tradicionais do gênero, não é retrospectiva, é escrita na forma de ensaios, contém textos sobre pessoas que lhe marcaram e outros que se aproximam do téorico.