Arquitetura moderna das escolas \"S\" paulistas, 1952-1968: projetar para a formação do trabalhador

A tese documenta e analisa a arquitetura das escolas paulistas dos três S, SENAI (Serviço Nacional da Aprendizagem Industrial), SESC (Serviço Social do Comércio) e SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), concebidas de 1952 a 1968. Tem o propósito de ampliar a perspectiva de análise da ar...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Ferraz, Artemis Rodrigues Fontana
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-26042010-153600
Acesso em linha:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16133/tde-26042010-153600/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Arquitetura moderna
Escolas
Modern Architecture
São Paulo
Schools
Trabalhadores
Workers
Descrição
Resumo:A tese documenta e analisa a arquitetura das escolas paulistas dos três S, SENAI (Serviço Nacional da Aprendizagem Industrial), SESC (Serviço Social do Comércio) e SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), concebidas de 1952 a 1968. Tem o propósito de ampliar a perspectiva de análise da arquitetura moderna brasileira, especialmente projetada para a formação do trabalhador. Consciente da atuação de âmbito nacional dos S, criados na década de 1940, a pesquisa abrange as escolas projetadas em todo o estado de São Paulo, a região mais industrializada do Brasil. Para melhor compreender a história social das obras analisadas, houve pesquisa documental e bibliográfica, aprofundando a leitura projetual das escolas investigadas. Durante as décadas de 1950 e 1960, há um processo de aceleração da industrialização brasileira, não por acaso, acompanhada por uma era de ouro da construção de escolas dos três serviços. Tanto na pedagogia quanto na arquitetura, buscava-se a modernização. O trabalho evidencia a atualização dos profissionais brasileiros quanto aos requisitos colocados pelo paradigma técnico-econômico (americanização) que então se difundia por todo o mundo, assim como, as possibilidades de democratização que foram exploradas no campo pedagógico (Progressive School). No entanto, o modo de fazer o edifício-escola revela os conceitos de seus idealizadores brasileiros. O trabalho identificou um momento de mudança na arquitetura das escolas para formação do trabalhador tanto nos Estados Unidos, quanto no Brasil. Da escola tradicional para a moderna, a pesquisa explora as diferentes premissas envolvidas em sua construção e revela o quanto se buscou, no caso da última, casar pedagogia e arquitetura moderna na escola industrial e comercial brasileira.