Territorialidade das catadoras de mangaba no litoral sul de sergipe

O estudo tece um debate sobre a territorialidade das catadoras de mangaba do litoral sul sergipano. A metodologia esteve embasada nos métodos de análise integrada da paisagem e fenomenológico, que por meio de levantamento bibliográfico e pesquisa de campo possibilitou a leitura do espaço geográfico...

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Detalhes bibliográficos
Autores: SANTOS, Eline Almeida, SOUZA, Rosemeri Melo e
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Geosaberes
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:geosaberes.www.geosaberes.ufc.br:article/507
Acesso em linha:http://www.geosaberes.ufc.br/geosaberes/article/view/507
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Territorialidade. Trabalho feminino. Mangaba.
Descrição
Resumo:O estudo tece um debate sobre a territorialidade das catadoras de mangaba do litoral sul sergipano. A metodologia esteve embasada nos métodos de análise integrada da paisagem e fenomenológico, que por meio de levantamento bibliográfico e pesquisa de campo possibilitou a leitura do espaço geográfico sobre um plano de atributos físicos e enquanto espaço das experiências vividas. A participação da mulher no extrativismo da mangaba é dominante, pois esta integra todas as etapas da atividade (da coleta a comercialização). Entretanto, o seu trabalho é visto como complementar mesmo constituindo uma parcela significativa da renda familiar. As catadoras de mangaba enfrentam uma dupla invisibilidade: face ao ambiente (ser tradicional) e face ao gênero (ser mulher). Porém, essa mulher se faz rebelde ao construir uma identidade específica na sua territorialidade; ao se afirmar no território se fortalece e disputa o poder que lhes é negado.