POTENCIALIDADE E FRAGILIDADE DA SERRA DA BODOQUENA UM BREVE ENSAIO METODOLÓGICO DE ANÁLISE DA PAISAGEM – MUNICÍPIO DE BODOQUENA – MS – BRASIL

O presente artigo nasceu da necessidade acadêmica de encontrar uma metodologia que fosse capaz de ser utilizada para medir o grau de fragilidade e potencialidade do meio físico. Assim, durante um trabalho técnico de campo à Serra da Bodoquena no Estado de Mato Grosso do Sul surgiu a ideia de testar...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Sousa, Flávio Alves de
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Roraima (UFRR)
Repositorio:Acta Geográfica (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:oai.revista.ufrr.br:article/3475
Acesso em linha:http://revista.ufrr.br/actageo/article/view/3475
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Bodoquena
fragilidadde
declividade
Descrição
Resumo:O presente artigo nasceu da necessidade acadêmica de encontrar uma metodologia que fosse capaz de ser utilizada para medir o grau de fragilidade e potencialidade do meio físico. Assim, durante um trabalho técnico de campo à Serra da Bodoquena no Estado de Mato Grosso do Sul surgiu a ideia de testar a teoria expressa na Ecodinâmica de Jean TRICART (1977) e na interpretação da mesma por MERICO (1987). Portanto este trabalho é um ensaio teórico sobre a análise da fragilidade ambiental que considera alguns aspectos do meio físico, como declividade, forma de relevo, litologia e uso do solo. O estudo foi embasado nas características físicas da Serra da Bodoquena. Para isso foram utilizadas bibliografias básicas sobre a paisagem da Serra da Bodoquena. Os elementos de análise foram elaborados a partir de mapeamentos dos aspectos físicos contando com o auxílio de ferramentas de geoprocessamento. Para cada parâmetro físico utilizado, foi estabelecido um peso numérico, os parâmetros foram cruzados entre si gerando ao final um mapa síntese da fragilidade do meio. Constatou-se que 16,45% da área avaliada apresenta fragilidade ecológica alta a muito alta, com sérias restrições de uso, e que 83,55% apresentam fragilidades moderadas, porém necessitando de cuidados especiais na forma de uso e ocupação, principalmente devido à fragilidade litológica, onde predominam rochas com composições calcáreas.