Correlation between bacterial vaginosis and adverse obstetric outcomes in Brazilian women

Introdução: Infecções vaginais e mudanças na flora vaginal são prevalentes durante a gravidez e têm sido associadas com desfechos obstétricos adversos, tais como trabalho de parto prematuro, amniorrexe prematura e baixo peso ao nascer. Objetivos: Correlacionar a presença de vaginose bacteriana (VB)...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Monteiro, Michelly Nóbrega, Cobucci, Ricardo Ney Oliveira, Queiroz, Janice, Lucena, Eudes Euler de Souza, Vital, Ana Luísa Fernandes, Palitot, Tatyane Ribeiro de Castro, Eleutério Junior, José, Giraldo, Paulo César, Oliveira, Ana Katherine da Silveira Gonçalves de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRN
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufrn.br:123456789/32067
Acceso en línea:https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/32067
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Vaginosis, bacterial
Pregnancy
Pregnancy complications
Premature birth
Infant, low birth weight
Vaginose bacteriana
Gravidez
Complicações na gravidez
Trabalho de parto prematuro
Recém-nascido de baixo peso
Descripción
Sumario:Introdução: Infecções vaginais e mudanças na flora vaginal são prevalentes durante a gravidez e têm sido associadas com desfechos obstétricos adversos, tais como trabalho de parto prematuro, amniorrexe prematura e baixo peso ao nascer. Objetivos: Correlacionar a presença de vaginose bacteriana (VB) com desfecho obstétrico desfavorável em mulheres brasileiras com gravidez no terceiro trimestre. Métodos: O estudo prospectivo observacional foi conduzido avaliando microbiota vaginal por bacterioscopia (a fresco e Gram) usando swab vaginal obtido de mulheres grávidas entre a 26 e a 32a semanas de gestação. As mulheres foram monitoradas até o parto, e os dados de seu seguimento e os demográficos foram coletados por meio de um questionário autoaplicável. Resultados: Foi diagnosticada VB, com base nos critérios de Amsel e de Nugent, em 77 mulheres entre as 190, demonstrando prevalência de 42.5%. VB foi significativamente associada com maior risco de parto prematuro (risk ratio [RR], 2.89; 95% intervalo de confiança [IC], 2.35–3.56) e de baixo peso ao nascer (RR, 2.17; 95%IC, 1.61–2.92). A rotura prematura das membranas não foi associada com VB. Conclusão: Foi constatada alta frequência de VB entre as mulheres brasileiras grávidas no terceiro trimestre, e a BV correlacionou-se com piores prognósticos da gravidez. O rastreio rotineiro de mulheres grávidas pode permitir um tratamento precoce e a prevenção de algumas complicações obstétricas