Icterícia neonatal e deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase
A deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase em neonatos pode ser a responsável pela icterícia neonatal. Este comentário científico é decorrente do relato sobre o tema publicado neste fascículo e que preocupa diversos autores de outros países em relação às complicações em neonatos de hiperbilirr...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/7993 |
| Acceso en línea: | http://dx.doi.org/10.1590/S1516-84842010000600002 http://hdl.handle.net/11449/7993 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Deficiência de glucosefostato desidrogenase Ictericia neonatal Recem-nascido Glucosephosphate dehydrogenase deficiency Jaundice, neonatal Infant, newborn |
| Sumario: | A deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase em neonatos pode ser a responsável pela icterícia neonatal. Este comentário científico é decorrente do relato sobre o tema publicado neste fascículo e que preocupa diversos autores de outros países em relação às complicações em neonatos de hiperbilirrubinemia, existindo inclusive proposições de alguns autores em incluir o teste para identificar a deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase nos recém-nascidos. |
|---|