Herramientas conceptuales para contrarrestar la patologización trans en la formación de Psicología en Argentina

Este trabalho argumenta que é urgente reverter a patologização das experiências trans na formação da Psicologia na Argentina. Para enfrentar esse problema, é apresentada uma proposta baseada na combinação de duas abordagens teóricas: a da saúde mental comunitária e a dos estudos trans. A partir dess...

Full description

Bibliographic Details
Author: Maruzza, Corina
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2021
Country:Brasil
Institution:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repository:Sexualidad. Salud y Sociedad (Rio de Janeiro)
Language:Spanish
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/40233
Online Access:https://www.e-publicacoes.uerj.br/SexualidadSaludySociedad/article/view/40233
Access Level:Open access
Keyword:patologização
performatividade de gênero
estudos trans
transfobia.
pathologization
gender performativity
trans studies
transphobia.
patologización
género
psicología
estudios trans
Description
Summary:Este trabalho argumenta que é urgente reverter a patologização das experiências trans na formação da Psicologia na Argentina. Para enfrentar esse problema, é apresentada uma proposta baseada na combinação de duas abordagens teóricas: a da saúde mental comunitária e a dos estudos trans. A partir dessa articulação, o artigo propõe, em primeiro lugar, fazer uma leitura crítica que leve em conta o papel fundamental que a formação em psicologia continua a desempenhar no que diz respeito à patologização das pessoas trans na Argentina. E, em segundo lugar, introduzir na formação em psicologia conceitos do campo dos estudos trans que possam trazer contribuições muito significativas ao campo da saúde mental para a compreensão adequada das experiências trans. Toma-se como caso de análise um texto de orientação psicanalítica recentemente publicado na Argentina e três ferramentas conceituais são apresentadas: escuta, transfobia e performatividade de gênero, conforme são abordadas nos estudos de Leila Dumaresq, Miquel Missé e Susan Stryker, respectivamente.