Explorando as Fronteiras da Inteligência Artificial à Luz da Inteligência Senciente de Zubiri

Este artigo visa explorar e elucidar as distinções fundamentais entre a inteligência artificial (IA) e a inteligência senciente, conforme proposto pela filosofia de Xavier Zubiri. O estudo busca compreender até que ponto a IA pode replicar aspectos da inteligência humana e como a compreensão da inte...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Gruber, Andre, Fernandes, Marcelo, Domingos, Waldemar
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
Repositorio:Logeion
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revista.ibict.br:article/7135
Acceso en línea:https://revista.ibict.br/fiinf/article/view/7135
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:inteligência artificial
inteligência senciente
análise de conteúdo
artificial intelligence
sentient intelligence
content analysis
inteligencia artificial
inteligencia sentiente
análisis de contenido
Descripción
Sumario:Este artigo visa explorar e elucidar as distinções fundamentais entre a inteligência artificial (IA) e a inteligência senciente, conforme proposto pela filosofia de Xavier Zubiri. O estudo busca compreender até que ponto a IA pode replicar aspectos da inteligência humana e como a compreensão da inteligência senciente pode informar e influenciar o desenvolvimento futuro da IA. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, utilizando uma pesquisa bibliográfica para construir um referencial teórico robusto sobre a IA e inteligência senciente. Além disso, foi realizada uma análise de conteúdo para comparar a inteligência artificial com a inteligência senciente, com foco na filosofia de Xavier Zubiri, a qual permitiu identificar duas categorias principais relacionadas à IA sob a ótica da inteligência senciente: características ausentes e presentes da IA conforme entendimento da inteligência senciente. Dentro das características ausentes, foram levantadas 14 unidades de registros; para as características presentes, 7 unidades de registro, totalizando 21 códigos. O estudo conclui que, embora a inteligência artificial possa imitar certos aspectos da inteligência humana, ela não pode replicar a totalidade da experiência senciente.