FONTES DE “SABER” NAS CRÓNICAS MEDIEVAIS: FERNÃO LOPES - doi: 10.5216/hr.v18i1.29850
Um cronista perante a tarefa hercúlea de escrever uma crónica munia-se de diferentes ferramentas, bases da informação que ia vincular. Neste trabalho procuramos analisar as fontes de “saber” que eram usadas em algumas crónicas medievais, salientando que o conceito de “ saber” abrange diferentes form...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Goiás (UFG) |
| Repositorio: | História Revista (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.ufg.br:article/29850 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufg.br/historia/article/view/29850 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Fernão Lopes Crónicas Idade Média |
| Sumario: | Um cronista perante a tarefa hercúlea de escrever uma crónica munia-se de diferentes ferramentas, bases da informação que ia vincular. Neste trabalho procuramos analisar as fontes de “saber” que eram usadas em algumas crónicas medievais, salientando que o conceito de “ saber” abrange diferentes formas de conhecimento e na Idade média o saber popular e o saber erudito coexistiam, de forma muitas vezes complementar. Usaremos como exemplo as crónicas de Fernão Lopes. A produção historiográfica da época medieval é herdeira de tradições clássicas mas se a medievalidade é receptora de toda esta cultura também, é ela própria criadora. É nesta perspectiva que abordaremos as Crónicas de Fernão Lopes, salientando aqui e ali, as questões metodológicas que estão subjacentes. |
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