RISCO CLIMÁTICO E VULNERABILIDADE SOCIOESPACIAL: O EXEMPLO DOS EVENTOS EXTREMOS RELACIONADOS AO CALOR E AO FRIO
Independente do grau de interferência do homem na intensificação dos eventos de ordem natural, é preciso que se atente para a crescente vulnerabilidade da sociedade atual aos eventos extremos. Valores extremos de temperatura, tais como ondas de calor e de frio e de precipitação, no sentido do excess...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | ABClima |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Climatologia (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/13898 |
| Acesso em linha: | https://ojs.ufgd.edu.br/rbclima/article/view/13898 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | risco climático vulnerabilidade socioespacial eventos extremos episódios de calor e de frio |
| Resumo: | Independente do grau de interferência do homem na intensificação dos eventos de ordem natural, é preciso que se atente para a crescente vulnerabilidade da sociedade atual aos eventos extremos. Valores extremos de temperatura, tais como ondas de calor e de frio e de precipitação, no sentido do excesso ou da escassez repercutem significativamente na saúde e no bem-estar da população e na organização socioeconômica, podendo ocasionar prejuízos e até mesmo catástrofes. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o conforto térmico da população, embora esteja fortemente associado às condições socioeconômicas, é afetado por temperaturas altas no verão e baixas no inverno, além das mudanças bruscas de temperatura, comuns nessa latitude. No entanto em situações de anomalias na circulação atmosférica é que se percebe a maior repercussão das condições meteorológicas nas atividades econômicas, na saúde e no dia-a-dia da população. No estudo dos eventos climáticos extremos relacionados ao calor e ao frio no Rio Grande do Sul (1992-2009) destacam-se como principais resultados: identificação dos episódios de “eventos extremos”, “supereventos”, “eventos alerta” e “dias alerta” relacionados ao frio e ao calor. Algumas semelhanças foram encontradas entre as localidades analisadas, no entanto os fatores climáticos, não influenciaram a ponto de definir um padrão na distribuição mensal, sazonal e anual dos eventos extremos. Quanto à repercussão desses eventos destacaram-se o prejuízo às atividades primárias, associadas aos episódios de calor e o agravo a enfermidades, associados aos episódios de frio. Foram identificados os fatores socioespaciais, importantes na definição da vulnerabilidade. De acordo com a especificidade de cada região do Estado, esses fatores são combinados de forma diversa, o que faz com que as repercussões dos eventos climáticos extremos seja também diferenciada. |
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