Securitização da Amazônia: as ações do Estado brasileiro frente às novas e antigas ameaças.
O fim da Guerra Fria (1947-1991) trouxe uma mudança no conceito de segurança. A visão realista e estadocêntrica deu lugar a uma nova visão, em que o Estado não é o único ator das relações internacionais; e novos temas passaram a ser interpretados como questões de segurança internacional, surgindo no...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Marinha do Brasil (MB) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.repositorio.mar.mil.br:ripcmb/844806 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/844806 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Segurança Internacional Soberania Amazônia Defesa Nacional Política de defesa nacional, marítima nacional e naval |
| Sumario: | O fim da Guerra Fria (1947-1991) trouxe uma mudança no conceito de segurança. A visão realista e estadocêntrica deu lugar a uma nova visão, em que o Estado não é o único ator das relações internacionais; e novos temas passaram a ser interpretados como questões de segurança internacional, surgindo novos estudos sobre o tema. Neste contexto surge a Escola de Copenhague, com a teoria de securitização, que ressalta a importância das “novas ameaças” nos estudos sobre segurança. Neste diapasão, a Amazônia diante da quantidade de recursos, muitos deles estratégicos e fundamentais para o desenvolvimento econômico do Brasil e de outros Estados, se torna uma região cobiçada por diversos atores, reforçada na imensidão da região e ausência do Estado brasileiro. Desse modo, devido a essas diversas ameaças, coube ao governo brasileiro, influenciado pelo discurso securitizador do setor militar, tomar algumas providências a fim de contribuir com a garantia da soberania nacional, além de desenvolver a região. Com isso, o receio da “internacionalização”, devido à degradação ambiental, a atuação de organizações não governamentais, a questão indígena e a atuação de crimes transnacionais como o narcotráfico seriam mitigados pela atuação do Estado brasileiro. Tendo em vista todo esse complexo cenário na Amazônia, veremos por fim o papel do discurso securitizador como dispositivo que influenciou a formulação de políticas públicas de desenvolvimento e segurança para a região amazônica, como o Programa Calha Norte e o Projeto SIVAM/SIPAM. |
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