REFLEXÕES SOBRE OS IMPACTOS SÓCIO-AMBIENTAIS DA ATIVIDADE ECOTURÍSTICA NO PARQUE ESTADUAL DA PEDRA DA BOCA, PARAÍBA
O presente trabalho monográfico teve como objetivo analisar a criação do Parque Estadual da Pedra da Boca, concentrando as atenções nas atividades desenvolvidas no Parque, em especial, as práticas ecoturísticas existentes, considerando suas implicações socioambientais; avaliar as potencialidades e a...
| Authors: | , |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2007 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal de Uberlândia (UFU) |
| Repository: | Caminhos de Geografia |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/15610 |
| Online Access: | https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/15610 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Ecoturismo Unidades de Conservação Impactos Sócioambientais |
| Summary: | O presente trabalho monográfico teve como objetivo analisar a criação do Parque Estadual da Pedra da Boca, concentrando as atenções nas atividades desenvolvidas no Parque, em especial, as práticas ecoturísticas existentes, considerando suas implicações socioambientais; avaliar as potencialidades e as fragilidades do ambiente, bem como analisar os possíveis impactos ambientais e por último, sugerir medidas técnicas fundamentadas com o objetivo de solucionar ou minimizar a situação atual do ambiente em estudo dentro dos objetivos reais que regem o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC, Lei 9.985, 2000). A pesquisa foi desenvolvida entre os meses de março de 2005 a fevereiro de 2007. Para a concretização deste estudo foram desenvolvidas as seguintes etapas: Seleção do material bibliográfico e cartográfico; Reconhecimento de campo; Coleta de dados sobre os aspectos físicos, turísticos e socioculturais do local. Os dados obtidos demonstram que a APA conta com um potencial natural notável para o turismo, em especial o ecoturismo, porém, precisa-se que ações emergenciais sejam colocadas em prática, para assim poder compatibilizar a atividade ecoturística e a preservação da natureza, ambas pautadas no desenvolvimento sustentável, respeitando os limites que a natureza impõe na sua dinâmica natural. |
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