Dobzhansky e os brasileiros, a partir das suas reminiscências e cartas
Theodosius Dobzhansky (1900-1975) teve um papel muito importante na origem e desenvolvimento da genética evolutiva no Brasil. Não apenas em 1943, quando ele aqui esteve pela primeira vez, por cerca de 6 meses, mas em outras ocasiões, por mais tempo, ele formou a primeira geração de geneticistas de D...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Filosofia e História da Biologia (Online) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/208779 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/fhb/article/view/fhb-v18-n2-01 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Dobzhansky Correspondência História da genética evolutiva no Brasil Correspondence The history of evolutionary genetics in Brazil |
| Resumo: | Theodosius Dobzhansky (1900-1975) teve um papel muito importante na origem e desenvolvimento da genética evolutiva no Brasil. Não apenas em 1943, quando ele aqui esteve pela primeira vez, por cerca de 6 meses, mas em outras ocasiões, por mais tempo, ele formou a primeira geração de geneticistas de Drosophila, com ênfase em evolução, cujos participantes posteriormente, criaram grupos de pesquisa em genética evolutiva em seus respectivos estados/países. Seu relacionamento com três participantes do grupo de 1943, merece atenção especial. Com André Dreyfus (1897-1952), na época o chefe do Departamento de Biologia Geral, foi sempre respeitoso e cordial; com Crodowaldo Pavan (1919-2009), foi extremamente afetuoso e preocupado com o futuro do seu mais dileto discípulo, enquanto com Antonio Brito da Cunha (1925- 2019) foi de admiração por sua cultura geral, mas menos intenso do que com Pavan. Além desses, vários integrantes do seu grupo de pesquisa, de 1943 até 1956, mereceram comentários (nem sempre positivos), em suas “reminiscências” para a História Oral da Universidade de Columbia, em mais de 40 páginas. |
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