EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO GEOLÓGICO E HIDROGEÓLOGICO NA BACIA SEDIMENTAR DO ARARIPE

 Este trabalho é parte integrante do Projeto Comportamento das Bacias Sedimentares da Região Semi-Árida do Nordeste Brasileiro (Convênio CPRM/FINEP), onde foi resgatada grande parte dos estudos realizados na Bacia Sedimentar do Araripe. A &aacu...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Bôto de Aguiar, Rogério, Veríssimo, Liano Silva, dos Santos Colares, Jaime Quintas, Carneiro Feitosa, Fernando Antonio
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2006
País:Brasil
Recursos:Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
Repositório:Águas Subterrâneas (São Paulo. Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.aguassubterraneas.abas.org:article/22998
Acesso em linha:https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/22998
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Bacia Sedimentar
Araripe
Estado da Arte
Descrição
Resumo: Este trabalho é parte integrante do Projeto Comportamento das Bacias Sedimentares da Região Semi-Árida do Nordeste Brasileiro (Convênio CPRM/FINEP), onde foi resgatada grande parte dos estudos realizados na Bacia Sedimentar do Araripe. A área de interesse do projeto corresponde a porção leste da bacia, com cerca de 6.500km2. São inúmeros e variados os trabalhos sobre a estratigrafia da Bacia do Araripe. A primeira citação registrada data de 1828 (Spix & Martius), porém, a litoestratigrafia foi descrita em detalhe por Small (1913) e serviu de base para os autores que o sucederam. Atualmente, a proposta mais adotada é a de Ponte & Appi (1990) que divide a coluna em três seções: A Formação Mauriti, que constitui a base da coluna; O Grupo Vale do Cariri, que reúne as formações Brejo Santo, Missão Velha e Abaiara e; O Grupo Araripe, dividido nas formações Rio da Batateira, Santana, Arajara e Exu. Esses depósitos sedimentares podem ser representados por unidades hidroestratigráficas diferenciadas que, em geral, coincidem com seus representantes estratigráficos. De modo geral as formações Exu, Arajara, Rio da Batateira, Abaiara, Missão Velha e Mauriti são definidas como unidades aqüíferas, enquanto as formações Santana e Brejo Santo se comportam como aqüitardos.