Cultivo orgânico do feijoeiro pelo sistema de plantio direto utilizando milheto e crotalária como cobertura morta
O Brasil é o segundo maior produtor mundial de feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris L.). Na safra 2009-2010 registrou-se área total de 3,4 milhões de ha e produção de 3,2 milhões de toneladas, sendo 70% dessa produção oriunda da agricultura familiar. O plantio de feijão convencional está sujeito a ca...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/10453 |
| Acceso en línea: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/10453 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Phaseolus vulgaris L. Trichoderma Plantio direto no-tillage Agronomia |
| Sumario: | O Brasil é o segundo maior produtor mundial de feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris L.). Na safra 2009-2010 registrou-se área total de 3,4 milhões de ha e produção de 3,2 milhões de toneladas, sendo 70% dessa produção oriunda da agricultura familiar. O plantio de feijão convencional está sujeito a causar diversos danos ambientais, entre eles a contaminação ambiental pelo uso de agrotóxico e a degradação do solo mediante o uso indevido de máquinas agrícolas. Os agricultores da Zona da Mata mineira enfrentam problemas no cultivo do feijoeiro devido a grande ocorrência de mofo-branco e por falta de tecnologias adaptadas ao cultivo em seu relevo irregular. A utilização do plantio direto na agricultura orgânica está relacionado aos diversos benefícios proporcionados, entre eles pode se destacar a proteção do solo contra erosão, o fornecimento de nutrientes às plantas de sucessão através do uso de adubação verde, a supressão de plantas espontâneas e a possibilidade de controle de fitopatógenos presentes no solo. O cultivo de adubos verdes na entressafra, sobretudo de leguminosas e gramíneas, antecedendo a cultura do feijão em semeadura direta, tem sido uma alternativa promissora na suplementação de N, proporcionando aumento de produtividade. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos do manejo da cobertura morta associado à adição de Trichoderma nas características agronômicas do feijoeiro em áreas infestadas com Sclerotinia sclerotiorum, patógeno causador do mofo-branco. O Experimento foi realizado na cidade de Coimbra, localizada na região da Zona da Mata de Minas Gerais, utilizando um delineamento experimental em parcelas subdivididas com 3 repetições. Os tratamentos consistiram de diferentes arranjos, combinando duas espécies de cobertura, sendo uma leguminosa (crotalária - Crotalaria juncea) e outra gramínea (milheto-Pennisetum americanum sin. tiphoydes). Adicionalmente, foram consideradas parcelas sem cobertura (testemunha). Dessa forma, os tratamentos foram: crotalária solteira; milheto solteiro; crotalária + milheto e sem cobertura. As subparcelas receberam dois diferentes tratamentos, sendo a adição ou não de Trichoderma. Para avaliações, foram observadas a incidência e a severidade do mofo-branco e parâmetros produtivos do feijoeiro. Ao final do experimento observou-se que os diferentes arranjos das plantas de cobertura suprimiram a vegetação espontânea. O uso de Trichoderma não influenciou na severidade e incidência do mofo-branco no feijoeiro. O pré-cultivo de plantas de cobertura não interferiu significamente na ocorrência e na severidade do mofo-branco podendo assim ser utilizado como manejo conservacionista em áreas com ocorrência de Sclerotinea sclerotiorum |
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