PORTAIS DE TRANSPARÊNCIA PÚBLICA: PERCEPÇÃO DOS DISCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

A democracia não se restringe apenas ao poder que o Estado dá aos cidadãos de escolher seus governantes, mas institui que os cidadãos controlem e cobrem transparência da gestão pública. Está pesquisa visa analisar a percepção dos discentes da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), quanto ao uso do...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Krauz, Tárcia Hammer, Miranda, Ronaldo Leão de, Miranda, Janine Patricia Jost de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)
Repositorio:Revista GESTO: Revista de Gestão Estratégica de Organizações
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.san.uri.br:article/1374
Acceso en línea:https://san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/1374
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Portais de Transparência. Controle Social. Discentes. Universidade
Descripción
Sumario:A democracia não se restringe apenas ao poder que o Estado dá aos cidadãos de escolher seus governantes, mas institui que os cidadãos controlem e cobrem transparência da gestão pública. Está pesquisa visa analisar a percepção dos discentes da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), quanto ao uso dos portais de transparência pública. Metodologicamente, a pesquisa caracteriza-se como descritiva em relação a seu objetivo, quanto aos procedimentos pode ser considerada como pesquisa aplicada a partir do levantamento de dados primários e quantitativa em relação à abordagem do problema. Os achados revelam que mais metade dos entrevistados utilizam os portais de transparência, porém, com baixa frequência de acesso. Quando as dificuldades, observou-se problemas em localizar as informações demandadas, obstáculos que abrangem a forma de disponibilização das informações, linguagem empregada e a dificuldades em utilizá-las. Porém, diante da adversidade os portais na percepção dos pesquisados são uma ferramenta de aproximação do governo com a sociedade civil organizada, cujo intuito é fiscalizar a aplicação dos recursos públicos. Por fim, para que mais cidadãos conheçam as legislações vigentes sobre acesso à informação, o Estado por meio dos governos, de forma abrangente, precisa desenvolver novas ferramentas que aproximem os cidadãos das atividades públicas, estimulando assim, a participação e o controle social.