Eu vi a face de Deus pichada no muro: considerações sobre a categoria censitária dos Sem Religião em Araraquara-SP
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mantêm uma série histórica e coesa dos Censos Demográficos desde 1940, apresentando a cada 10 anos um "retrato do Brasil". A partir dos anos 1980 as comunidades científicas e confessionais tem se interessado pelos resultados deste levantame...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/153872 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/153872 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Sem Religião Religiosidade Mobilidade religiosa Teoria antropológica Without religion Religiosity Religious mobility Anthropological theory |
| Resumo: | O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mantêm uma série histórica e coesa dos Censos Demográficos desde 1940, apresentando a cada 10 anos um "retrato do Brasil". A partir dos anos 1980 as comunidades científicas e confessionais tem se interessado pelos resultados deste levantamento quanto ao quesito religião. O IBGE apresenta uma única categoria sobre a religiosidade do recenseado em seu Censo Demográfico, “Qual sua Religião ou culto?”, caso responda-se de forma negativa o respondente será categorizado como Sem Religião. Percebe-se que dentro desta categoria não estão só ateus e agnósticos, mas também pessoas que vivenciam sua vida religiosa de alguma outra forma. Esta pesquisa de mestrado busca encontrar na série histórica da cidade de Araraquara - SP a produção do número destas pessoas. Os desafios teóricos e metodológicos foram e são como lidar com esta população específica tanto do ponto de vista estatístico quanto do ponto de vista empírico. Como preencher o dado númerico de sentido. Para tanto, reconstruímos a mobilidade religiosa da cidade de referência fazendo uma crítica da construção deste número e como narrar esta categoria ao longo do tempo. Procuramos construir uma aproximação com um local que congregasse estas pessoas Sem Religião. |
|---|