Biobancos: desafios e avanços na medicina legal veterinária com potencial aplicação no combate ao tráfico de animais silvestres
Os biobancos são coleções organizadas de materiais biológicos, humanos ou não humanos, acompanhados de informações associadas, destinados a pesquisas científicas, reprodução e/ou uso clínico. Na medicina veterinária, os biobancos possuem diversas finalidades, incluindo pesquisa científica, investiga...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/310611 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11449/310611 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Biorrepositório Medicina legal veterinária Animal silvestre Identificação animal Biorepository Veterinary forensic medicine Wildlife Animal identification |
| Sumario: | Os biobancos são coleções organizadas de materiais biológicos, humanos ou não humanos, acompanhados de informações associadas, destinados a pesquisas científicas, reprodução e/ou uso clínico. Na medicina veterinária, os biobancos possuem diversas finalidades, incluindo pesquisa científica, investigações forenses, apoio à conservação de espécies, preservação de material genético e aplicação em educação e ensino. Este estudo objetivou explorar os avanços e desafios da utilização dos biobancos na medicina legal veterinária, bem como a potencial aplicação na identificação de espécies, no rastreamento de rotas de tráfico e elaboração de medidas de proteção e conservação da fauna. Foi realizada uma revisão sistemática, de modo descritivo e retrospectivo, abrangendo artigos científicos publicados entre 2013 e 2023, utilizando a metodologia PRISMA 2020 adaptada. Não foram recuperados artigos entre 2013 e 2014; entre 2015 e 2023, foram recuperados 15 artigos, com destaque para avanços significativos a partir de 2015, especialmente na preservação de espécies ameaçadas e aplicação forense, com foco na identificação animal e rastreamento geográfico. No Brasil e no mundo, as pesquisas regionais progrediram, destacando-se na identificação de subprodutos de pescado, conservação de gônadas, células somáticas e tecidos, consolidando os biobancos como ferramenta essencial no combate ao tráfico de animais, sobretudo em regiões de alta biodiversidade. Propostas de implementação, como a coleta regionalizada de material nos CETAS e a criação de um banco nacional de identificação animal, devem ser exploradas. Apesar das limitações, o potencial de expansão e aplicação dos biobancos na fiscalização do comércio ilegal é promissor, especialmente com o aprimoramento das pesquisas em andamento. |
|---|