Áreas contaminadas e águas subterrâneas na unidade de gerenciamento de recursos hídricos do Alto Tietê

A Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Alto Tietê - UGRHI 6, no Estado de São Paulo, é composta por 34 municípios e abrange a parte superior do Rio Tietê, desde a sua cabeceira até a barragem do Reservatório de Pirapora, numa extensão de 133 km. Abriga quase metade da população do Estado...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Soares, Marilda de Souza
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-20012012-132542
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6134/tde-20012012-132542/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Águas Subterrâneas
Alto Tietê
Áreas Contaminadas
Contaminated Areas
Groundwater
UGRHI Alto Tietê
UGRHI do Alto Tietê
Descripción
Sumario:A Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Alto Tietê - UGRHI 6, no Estado de São Paulo, é composta por 34 municípios e abrange a parte superior do Rio Tietê, desde a sua cabeceira até a barragem do Reservatório de Pirapora, numa extensão de 133 km. Abriga quase metade da população do Estado e compreende, em seu território, grande parte da Região Metropolitana da Grande São Paulo. As águas subterrâneas na UGRHI do Alto Tietê têm problemas de rebaixamento dos níveis de água por adensamento de poços em conjunto com fontes potenciais de poluição o que pode causar contaminação dos aquíferos. Por meio de pesquisa na modalidade documental na Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, para levantamento de dados sobre as áreas contaminadas de 2002 a 2010 e no Departamento de Águas e Energia sobre os poços outorgados cadastrados no ano de 2011, procedeu-se o mapeamento das áreas contaminadas e dos poços outorgados na UGRHI do Alto Tietê. Conclui-se que na UGRHI do Alto Tietê existe a possibilidade de riscos para a saúde pública na utilização das águas subterrâneas, principalmente no Município de São Paulo que possui o maior número de áreas contaminadas que podem influir na qualidade das águas subterrâneas obtidas por meio de perfuração de poços de abastecimentos