Seletividade de herbicidas na cultura do sorgo forrageiro

A disponibilidade de herbicidas registrados para o sorgo ainda é limitada para o controle de gramíneas. Desta forma, objetivou-se avaliar a seletividade de herbicidas aplicados em pré e pós-emergência, na cultura do sorgo forrageiro. Foram conduzidos dois experimentos, ambos em delineamento de bloco...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Pimentel, Guilherme Vieira, Moraes, Luciana Correa, Moreira, Silvino Guimarães, Moreira, Natália Maria Fernandes, Freitas, Maiza Gabriella Mendonça Souto de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/55964
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/55964
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Atrazina
Controle químico
Fitotoxicidade
Metolachlor
Sorghum bicolor
Atrazine
Chemical control
Phytotoxicity
Bicolor sorghum
Descripción
Sumario:A disponibilidade de herbicidas registrados para o sorgo ainda é limitada para o controle de gramíneas. Desta forma, objetivou-se avaliar a seletividade de herbicidas aplicados em pré e pós-emergência, na cultura do sorgo forrageiro. Foram conduzidos dois experimentos, ambos em delineamento de blocos casualizados, em esquema fatorial com quatro repetições. O primeiro experimento, safra 2016/2017, constituiu dos híbridos BRS 658 e BRS 655. Os tratamentos de controle de plantas daninhas utilizados foram: capina manual; S-metolachlor (1440 g i.a. ha-1); S-metolachlor (1440 g i.a. ha-1) + atrazina (2000 g i.a. ha-1); atrazina (2000 g i.a. ha-1); atrazina (3000 g i.a. ha-1); atrazina (2000 g i.a. ha-1) + óleo mineral (0,25%) e atrazina (2000 g i.a. ha-1) + óleo mineral (0,5%). O segundo experimento ocorreu durante a safra 2018/2019, no qual o primeiro fator correspondeu aos quatro híbridos de sorgo forrageiro (MSE 321, BRS 658, BRS 659, VOLUMAX) e o segundo fator correspondeu aos herbicidas aplicados em pós-emergência, sendo os quatro tratamentos: testemunha (capina); mesotriona + atrazina + 0,2% óleo (24g + 2000 g i.a. ha-1); atrazina + 0,2% óleo (2000 g i.a. ha-1); e bentazona + 0,2% óleo (720 g i.a. ha-1). Os caracteres avaliados foram: fitotoxicidade, altura de plantas aos 28 DAA (dias após a aplicação) e altura final, estande final e produtividade de matéria seca. A atrazina aplicado em pós-emergência na dose de 2000 g i.a. ha-1 é seletiva às cultivares de sorgo. A utilização de mesotrione + atrazina + óleo não é seletiva para o sorgo forrageiro.