UTILIZAÇÃO DA CAMADA CANDIOTA COMO GUIA PARA PROSPECÇÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA EM CANDIOTA E HULHA NEGRA-RS

O artigo descreve os resultados obtidos nos estudos hidrogeológicos realizados para a construção de dois poços tubulares em terrenos sedimentares da Formação Rio Bonito nos municípios de Candiota e Hulha Negra, Estado do Ri...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Freitas, Marcos Alexandre de, Lopes, Ricardo da Cunha, Goffermann, Marcelo, Trein, Heinz Alfredo, Gasparini, Carla
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
Repositorio:Águas Subterrâneas (São Paulo. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.aguassubterraneas.abas.org:article/23849
Acceso en línea:https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/23849
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Formação Rio Bonito
carvão
hidrogeologia.
Descripción
Sumario:O artigo descreve os resultados obtidos nos estudos hidrogeológicos realizados para a construção de dois poços tubulares em terrenos sedimentares da Formação Rio Bonito nos municípios de Candiota e Hulha Negra, Estado do Rio Grande do Sul. A Formação Rio Bonito apresenta camadas com carvão e sedimentos que podem ocasionar problemas na qualidade físico-química das águas. Também está afetada por falhamentos, que atuam como barreiras hidráulicas segmentando os aqüíferos em unidades hidrogeológicas independentes, dificultando a busca por água subterrânea através de poços tubulares. O estudo baseou-se em mapas geológicos existentes e em dados de sondagem para pesquisa de carvão mineral. A descrição litológica e perfis geofísicos foram fundamentais para a locação dos poços e definição dos seus projetos construtivos. A principal camada de carvão existente na região, denominada Camada Candiota, serviu de horizonte guia para separação dos aqüíferos distribuídos na área. O estudo demonstrou que a Formação Rio Bonito é viável como aqüífero, porém é necessário realizar a perfilagem geofísica dos furos antes de completá-los, separando-se assim os níveis mais produtores e de melhor qualidade de água.