Quilombos: usos e sentidos para uma educação antirracista
Somos três pessoas negras do magistério público distrital (uma mulher quilombola), e queremos compreender em quais aspectos ontológicos e didáticos a questão quilombola pode ser acionada na Educação Básica para pensar a identidade negra e a pauta antirracista nas escolas. A nossa perspectiva teórica...
| Autores: | , , |
|---|---|
| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) |
| Repositorio: | Scias. /p Direitos Humanos e Educação |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/9628 |
| Acesso em linha: | https://revista.uemg.br/sciasdireitoshumanoseducacao/article/view/9628 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Quilombo Cosmopercepção Africana Quilombo Mesquita Educação Antirracista |
| Resumo: | Somos três pessoas negras do magistério público distrital (uma mulher quilombola), e queremos compreender em quais aspectos ontológicos e didáticos a questão quilombola pode ser acionada na Educação Básica para pensar a identidade negra e a pauta antirracista nas escolas. A nossa perspectiva teórica parte de estudos quilombolas, educação e direitos humanos; emerge também da convivência e do pertencimento com o quilombo Mesquita. Pensamos o quilombo em seu sentido identitário positivo, por isso o apresentamos nas literaturas de direitos humanos e na pauta racial considerando-o como um consistente elemento ontológico da cosmopercepção africana, e não como um “objeto de estudos” ocidentalistas. Por essas razões, o quilombo, aqui soma-se à literatura anti colonial que o concebe como um agente educador na pauta antirracista, ao mesmo tempo em que rompe com sentidos colonialistas do fazer pedagógico que secularmente o apresenta como um reduto de negros fugidos da escravidão. |
|---|