Desenvolvimento e aclimatação de plântulas de Valeriana glechomifolia

O interesse em Valeriana spp. nativas do sul do Brasil deve-se à possibilidade de obtenção de valepotriatos, que possuem atividade ansiolítica, a partir da propagação clonal de indivíduos selecionados. Nos experimentos de otimização da micropropagação, investigou-se o desenvolvimento ex-vitro, a acl...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Luz, Daniela Inocente, Maurmann, Natasha, Carvalho, Carina Maria Bello de, Rech, Sandra Beatriz
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2003
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositório:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:português
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/19752
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/19752
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Valeriana glechomifolia
Valerianaceae
Valepotriatos
Clonal propagation
Ex-vitro culture
Acclimatization
Valepotriates
Descrição
Resumo:O interesse em Valeriana spp. nativas do sul do Brasil deve-se à possibilidade de obtenção de valepotriatos, que possuem atividade ansiolítica, a partir da propagação clonal de indivíduos selecionados. Nos experimentos de otimização da micropropagação, investigou-se o desenvolvimento ex-vitro, a aclimatação e a produção de valepotriatos de plântulas de Valeriana glechomifolia cultivadas em meio Murashige e Skoog com 30 g/L de sacarose suplementado com 1,0 mg/L de AIA ou isento de regulador de crescimento. Foram analisados os parâmetros morfológicos e a produção dos valepotriatos acevaltrato, valtrato e diidrovaltrato, quantificados por CLAE. A adição da auxina AIA ao meio de cultura demonstrou ser adequada à aclimatação das plântulas e a manutenção da biossíntese de valepotriatos.