Análise de vazões para o período úmido no agreste pernambucano

A diminuição significativa na pluviometria esperada para o Agreste Pernambucano desde 2012 tem feito com que a seca deixe de ser um drama vivido apenas pelo Sertão. A seca prolongada levou os reservatórios do agreste pernambucano ao colapso e mudou a paisagem natural. O objetivo deste trabalho é car...

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Detalles Bibliográficos
Autores: MELO, Cristiane Ribeiro de, MELO, Solange Cavalcanti de, GUEDES, Paulo Abadie, MELO JUNIOR, Alvacir Pereira de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM)
Repositorio:Repositório Institucional de Geociências - RIGEO
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rigeo.sgb.gov.br:doc/24673
Acceso en línea:https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/24673
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:HIDROGEOLOGIA
AGRESTE
ANALISE DE VAZÕES
SECA
AGRESTE PERNAMBUCANO
Descripción
Sumario:A diminuição significativa na pluviometria esperada para o Agreste Pernambucano desde 2012 tem feito com que a seca deixe de ser um drama vivido apenas pelo Sertão. A seca prolongada levou os reservatórios do agreste pernambucano ao colapso e mudou a paisagem natural. O objetivo deste trabalho é caracterizar o comportamento hidrológico das regiões onde as estações fluviométricas operadas pela ANA/CPRM estão instaladas, em relação ao déficit hídrico iniciado em 2012. A análise estende-se pelas bacias hidrográficas dos rios Ipojuca, Una, Ipanema e Mundaú. Os resultados mostraram que a região apresenta uma queda significativa no número de medições de descarga desde 2009, com diminuição da vazão para o período úmido na região.