Balanço e perspectivas da lexicografia
O objetivo do presente artigo é demonstrar como tem evoluído a lexicografia, de uma atividade eminentemente prática a uma reflexão teórica sobre o dicionário. A primeira questão a ser discutida é o status da própria disciplina, se se considera, por exemplo, que há lexicógrafos, tais como Atkins; Run...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/148561 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10183/148561 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Lexicografia Metalexicografia Metalexicography Lexicography Linguistics |
| Resumo: | O objetivo do presente artigo é demonstrar como tem evoluído a lexicografia, de uma atividade eminentemente prática a uma reflexão teórica sobre o dicionário. A primeira questão a ser discutida é o status da própria disciplina, se se considera, por exemplo, que há lexicógrafos, tais como Atkins; Rundell (2008), que negam a existência de uma teoria lexicográfica. Em segundo lugar, e assumindo que há – e há – uma reflexão teórica sobre o dicionário, serão apresentados os principais avanços na área, a partir da árdua discussão em torno da classificação de dicionários, passando pelos critérios para estabelecer o universo léxico que constitui a listagem dos dicionários (macroestrutura), o conjunto de informações que se oferece em cada verbete (microestrutura), o sistema de remissões (medioestrutura) e, finalmente, o estado em que se encontra a discussão sobre os componentes externos do dicionário. |
|---|