Genetic control of thermoinhibition tolerance in lettuce seeds
O objetivo deste trabalho foi determinar o controle genético da tolerância à termoinibição em sementes de alface (Lactuca sativa). Utilizaram-se sementes das gerações F1, F2 e F2:3 oriundas do cruzamento entre as cultivares Everglades (tolerante à termoinibição) e Verônica (sensível à termoinibição)...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | inglês |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/49451 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/49451 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Lactuca sativa Genetic variability Heritability Seed germination Variabilidade genética Herdabilidade Germinação de sementes |
| Resumo: | O objetivo deste trabalho foi determinar o controle genético da tolerância à termoinibição em sementes de alface (Lactuca sativa). Utilizaram-se sementes das gerações F1, F2 e F2:3 oriundas do cruzamento entre as cultivares Everglades (tolerante à termoinibição) e Verônica (sensível à termoinibição), além de sementes dos próprios genitores. Realizaram-se testes de germinação das sementes em delineamento completamente casualizado, com quatro repetições para cada um dos genitores, oito para a F1 e quatro para cada uma das 26 progênies F2:3. A média da população F2 foi considerada como a média da amostra das 26 progênies. O controle genético da tolerância à termoinibição em sementes de alface é atribuído a um ou poucos genes. Os efeitos aditivos são mais expressivos do que os não aditivos, e a herdabilidade no sentido restrito é relativamente alta, o que permite antever sucesso com a seleção. |
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