Colonialidade, processos de branqueamento e a narrativa hegemônica nas instituições de Arte Contemporânea brasileiras : reflexões sobre as práticas curatoriais e a produção de identidades racializadas
Como a produção de pessoas racializadas é ressignificada ao adentrar instituições? Quais as problemáticas das relações entre curadoria, artistas e instituições diante de um contexto de racialização? Na presente investigação busco refletir sobre processos de embranquecimento na consolidação de uma na...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/273866 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/273866 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Decolonialidade Branquitude Feminismo decolonial Antirracismo Arte contemporânea : Brasil Decoloniality Whiteness Decolonial feminism Antiracism Brazilian contemporary art |
| Sumario: | Como a produção de pessoas racializadas é ressignificada ao adentrar instituições? Quais as problemáticas das relações entre curadoria, artistas e instituições diante de um contexto de racialização? Na presente investigação busco refletir sobre processos de embranquecimento na consolidação de uma narrativa hegemônica de História da Arte. Através de estudos de caso em que mobilizo posicionamentos de artistas, curadores, historiadores e críticos de arte, reflito sobre a colonialidade em suas dimensões do ser, do saber e do poder. Questiono a interiorização do paradigma colonial; e a exterioridade desse paradigma quando manifesto na produção de conhecimento, como sustentáculos de uma estrutura de poder que oculta o sujeito beneficiado pela hegemonia institucional. Compreendendo que tais dimensões quando combinadas informam uma visão de mundo para a qual o sujeito é imprescindível, como ator e objeto de reprodução da modernidade/ colonialidade. Levando em conta os processos de apagamento de vozes dissonantes do campo institucional, e auxiliada pelas reflexões de Rita Segato, Nelson Maldonado-Torres, Aníbal Quijano; por textos curatoriais e pelas poéticas dos artistas Antonio Obá, Ayrson Heráclito, Priscila Rezende, Renata Felinto e muitas/os outras/os, busco pela narrativa autoetnográfica uma forma de contrapor pressupostos da epistemologia colonial no contexto da arte contemporânea brasileira. |
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