O cinema fantástico no Rio Grande do Sul (1960-2020)

O trabalho busca identificar e analisar as manifestações do gênero fantástico dentro do cinema produzido no Rio Grande do Sul, entre os anos de 1960 até 2020. A proposta abrange todos os formatos de produção possíveis (película, VHS, digital), com seus respectivos tempos de duração (curtas, médias e...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Nunes, Rodrigo Figueiredo
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.pucrs.br:tede/9624
Acesso em linha:http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/9624
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Comunicação
Cinema
Cinema Fantástico
Cinema Gaúcho
Communication
Movies
Fantastic Cinema
“Gaucho” Cinema
CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO
Descrição
Resumo:O trabalho busca identificar e analisar as manifestações do gênero fantástico dentro do cinema produzido no Rio Grande do Sul, entre os anos de 1960 até 2020. A proposta abrange todos os formatos de produção possíveis (película, VHS, digital), com seus respectivos tempos de duração (curtas, médias e longas-metragens). A definição de fantástico é trazida por autores como Tzvetan Todorov (1975), Gérard Lenne (1974) e David Roas (2014). O levantamento adota a metodologia da pesquisa documental, conforme definida por autores como Antônio Carlos Gil (2002) e Antônio Severino (2007). Com a devida autorização do Comitê de Ética em Pesquisa da PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), foram feitas entrevistas com os cineastas responsáveis pelas obras. No total, foram localizados 165 filmes fantásticos no audiovisual gaúcho, que foram divididos em onze categorias temáticas (horror humano, monstros, fantasia, desconhecido, relação com os mortos, terror psicológico, ficção científica, mundos alternativos, duplos malignos, mitos ou lendas do Rio Grande do Sul e antologias). Abertas a múltiplas interpretações, as obras permitem que se vislumbre a sociedade gaúcha sob um viés crítico.