Os princípios de aplicação da metafísica dos costumes de Kant
Que a lei moral em Kant esteja assentada numa base a priori é conhecido e é objeto de intensa discussão. Que a Metafísica dos Costumes seja a articulação metafísica prática também é bem conhecido e muitas vezes contestado. Mas que os “princípios de aplicação” da Metafísica dos Costumes pertençam a e...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/188637 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/188637 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Kant, Immanuel, 1724-1804 Moralidade Metafísica Kant Metaphysic of morals Principles of application Duties |
| Sumario: | Que a lei moral em Kant esteja assentada numa base a priori é conhecido e é objeto de intensa discussão. Que a Metafísica dos Costumes seja a articulação metafísica prática também é bem conhecido e muitas vezes contestado. Mas que os “princípios de aplicação” da Metafísica dos Costumes pertençam a ela mesma, e sejam consequentemente a priori, isso não é tão permite a Kant falar da aplicação dessa metafísica, geradora de deveres para seres como nós. A solução me parece estar na compreensão das volições e máximas dos seres humanos em termos que as tornam intrinsecamente passíveis de avaliações por parte da razão pura prática. Essa compreensão faculta a Kant a exposição de deveres (inclusive os de virtude), cuja natureza geral é a de serem exigências racionais morais estritas, para seres sensíveis imperfeitos como nós que vivemos num mundo como o nosso. |
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