Esboço de uma definição de tragédia à brasileira: Álbum de família, de Nelson Rodrigues, encontra o modernismo dos anos 1970
Este texto se propõe a examinar, através de leitura crítica e cerrada, três dramas brasileiros situados em dois momentos históricos de efervescência modernista – ambos ocorridos no Brasil durante o século XX – e que têm em comum a temática da família. A partir disso, objetivou-se mapear as singulari...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositório: | ARS (São Paulo. Online) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/196121 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/ars/article/view/196121 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Nelson Rodrigues Tragedia Modernismo brasileño Familia Tragédia Modernismo brasileiro Família Tragedy Brazilian Modernism Family |
| Resumo: | Este texto se propõe a examinar, através de leitura crítica e cerrada, três dramas brasileiros situados em dois momentos históricos de efervescência modernista – ambos ocorridos no Brasil durante o século XX – e que têm em comum a temática da família. A partir disso, objetivou-se mapear as singularidades do que seria uma tragédia à brasileira em comparação a outras formas dramáticas que se desenvolveram posteriormente em solo nacional. Os dramas são Álbum de família (1945), de Nelson Rodrigues, o eixo tonal da análise aqui proposta – dela partirá a tentativa de definir o drama trágico –, Em família (1970), de Oduvaldo Vianna Filho, e Hoje é dia de Rock (1971), de José Vicente. |
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