AVALIAÇÃO PRELIMINAR DA QUALIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO AQUÍFERO GUARANI – ESTUDO DE CASO: SERRA GAÚCHA

O Aquífero Guarani é um dos maiores mananciais de água subterrânea do mundo. Localiza-se em parte na Argentina, Paraguai, Uruguai, sendo que dois terços de sua área total estão localizados no Brasil, ocupando cerca de 1,2 mi...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Rezende, Carolina Lucena, Antunes, Márjore, Booth, Ivete Anna Schmitz, Arruda, Anna Celia Silva, Crespo, Janaina da Silva, Fernandes, Andreia Neves, Giovanela, Marcelo
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2010
País:Brasil
Recursos:Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
Repositório:Águas Subterrâneas (São Paulo. Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.aguassubterraneas.abas.org:article/22917
Acesso em linha:https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/22917
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Aquífero Guarani
águas subterrâneas
monitoramento
Descrição
Resumo:O Aquífero Guarani é um dos maiores mananciais de água subterrânea do mundo. Localiza-se em parte na Argentina, Paraguai, Uruguai, sendo que dois terços de sua área total estão localizados no Brasil, ocupando cerca de 1,2 milhões de km2. Levando em consideração as poucas pesquisas sobre esse manancial, a avaliação de possíveis fontes de contaminação em águas subterrâneas é extremamente importante do ponto de vista da gestão ambiental, principalmente nas áreas de afloramento e recarga do sistema. Dentro deste contexto, o presente trabalho teve por objetivo avaliar a qualidade da água subterrânea do Aquífero Guarani, na região da Serra Gaúcha (nordeste do Estado do Rio Grande do Sul), mediante o monitoramento de análises físicas, químicas e microbiológicas de amostras de água coletadas em quatro poços tubulares. De acordo com os resultados encontrados, os poços monitorados neste estudo provavelmente não apresentam nenhum tipo de contaminação, pois, de todos os parâmetros analisados, apenas os elementos ferro e alumínio apresentaram concentrações maiores do que as reportadas na Resolução CONAMA 396/2008. Estes indícios podem estar associados à constituição geológica da região, na qual predomina rochas ricas em óxidos de ferro e alumínio.