A questão do crédito no trabalho de arranjos alternativos às corporações de mídia
Arranjos jornalísticos alternativos aos conglomerados midiáticos nem sempre recebem o crédito pelo trabalho que produzem. A partir de seis casos, discuto como essa problemática estrutura o campo jornalístico e afeta sobretudo as iniciativas que se autodenominam “independentes” ou “alternativas”. Os...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFSC |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufsc.br:123456789/235232 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/235232 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | arranjos jornalísticos; créditos; ética jornalística |
| Resumo: | Arranjos jornalísticos alternativos aos conglomerados midiáticos nem sempre recebem o crédito pelo trabalho que produzem. A partir de seis casos, discuto como essa problemática estrutura o campo jornalístico e afeta sobretudo as iniciativas que se autodenominam “independentes” ou “alternativas”. Os exemplos demonstram que veículos da chamada “grande imprensa” acabam, por vezes, apropriando-se de apurações feitas pelos arranjos e evitam creditá-los, seja por orientação editorial, pela ausência de reconhecimento simbólico ou pelo reforço a uma lógica de mercado que se sobrepõe aos preceitos da ética jornalística. Arranjos, por sua vez, apostam em valores como transparência e colaboração, formando redes de trabalho em conjunto para ampliar a circulação de seus conteúdos. |
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