A morte como memória: imigrantes nos cemitérios da Consolação e do Brás

Este trabalho estuda a presença imigrante nos cemitérios da Consolação e do Brás, necrópoles que se tornaram museus a céu aberto. Famílias de imigrantes construíram, intencionalmente ou não, em suas sepulturas nesses dois cemitérios - através de esculturas, monumentos, inscrições, localização - memó...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Timpanaro, Mirtes
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-16072007-112946
Acesso em linha:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-16072007-112946/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Cemetery
Cemitério
Imigração
Immigration
Memória
Memory
São Paulo
Descrição
Resumo:Este trabalho estuda a presença imigrante nos cemitérios da Consolação e do Brás, necrópoles que se tornaram museus a céu aberto. Famílias de imigrantes construíram, intencionalmente ou não, em suas sepulturas nesses dois cemitérios - através de esculturas, monumentos, inscrições, localização - memórias de experiências históricas da cidade de São Paulo na passagem do século XIX para o XX. O processo de constituição de ambos cemitérios e sua atual condição revelam a diversidade das trajetórias imigrantes. A pesquisa se baseou, além dos registros bibliográficos, em livros de inumação e de arrecadação e um grupo de túmulos, que foi analisado sob a ótica da memória imigrante